Reflexão de Novembro de 2011

Novembro de 2011

 

 

“Vinde, benditos de meu Pai …” (Mt 25,34)

 

Novembro é o mês do <Discernimento>. O tempo no qual Jesus, do alto da sua inimaginável e desconcertante realeza, nos dá indicações claríssimas sobre seus critérios de discernimento e nos convida a fazê-los também nossos para orientar corretamente o nosso coração, as nossas atençõe, os nossos dias rumo ao Céu, àquela Casa <que tem por confins somente o amor e a luz>, àquele Reino de paz e de alegria, que nos fará reabraçar os nossos filhos e com eles viver feliz eternamente.

Ele é o nosso Bom Pastor que ama suas ovelhas, que chama uma a uma pelo nome, vai à procura daquela que se perdeu e enfaixa a que se feriu. As reúne com cuidado, as conduz até as águas tranqüilas e as faz repousar. A sua realeza não é portanto poder, prevaricação, domínio, mas dom de si e serviço, e convida todos a seguir o Seu mesmo caminho, sobretudo nós que temos um filho já no Céu.

É o caminho do amor que manifestado pela sua cruz , que passa através do serviço da consolação aos aos <menores> e aos <mais pobres> colocados no nosso caminho, isto é às irmãs e aos irmãos que ainda estão nas trevas e na sombra da morte do filho.

De fato, pode acontecer que um pai ou mãe, depois de ter superado os primeiros momentos se bloqueie e não consiga mais ir além, não queira fazer o percurso indicado por Jesus. Já teve de enfrentar tantas dificuldades e tantas mudanças, agora finalmente pode gozar de uma maior serenidade, e se recusa a sair do seu pequeno reino e partilhar da experiência dolorosa do irmão porque tem medo de se entristecer muito, de <voltar atrás> nos seus momentos mais sombrios.

Nós podemos intensificar a nossa oração, freqüentar mais freqüentemente o Templo, a Igreja, mas não entraremos no Reino, que hoje é a morada dos nossos filhos, somente se entrarmos na vida de quem viveu a nossa mesma dor. Só passando através daqueles que encarnaram a nossa dor teremos a graça do convite do Rei: vinde benditos de meu Pai, e reinar com Ele.

Refletindo e rezando

Hoje as minhas escolhas de vida são fruto de um correto discernimento e são orientadas para o Céu? Compreendo que a realeza de Jesus passa através da cruz e vive hoje sob os despojos dos irmãos menores e mais pobres, necessitados de consolação? Estou consciente de que, se evito o luto do irmão, é porque não elaborei corretametne o meu próprio luto? Peçamos a Maria nossa Mãe Consoladora, que partilha até o fundo da nossa mesma dor, para ajudar-nos a reconhecer Jesus sob os despojos do irmão visitado pelo luto, e que necessita ser consolado.

(Por Andreana Bassanetti, extraído e traduzido da página eletrônica http://www.figlincielo.it)

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