Carta de uma filha ao pai que partiu

Carta de uma filha ao pai que partiu
Queria aproveitar o momento para satisfazer o meu pensamento.
Quero te falar francamente, mesmo com você ausente o quanto é importante ter você presente.
Quero agradecer a você por ter passado em minha vida. Deus me deu a ti para vivenciar e com você aprender a amar.
Queria te dar um beijo mais não encontro jeito. Queria te dar um abraço, mas cadê os seus braços.
Sei que não tens culpa e não tem a quem culpar. Mas fostes embora, e partiu, foi morar na casa de Deus, onde ainda não posso te visitar.
Mas sei que onde está sempre estará me guiando nos passos que vou dar.
Quando a saudade aperta e machuca, elevo meus pensamentos ao vento para que ele leve um forte abraço através do espaço, pois não sei onde te acho.
Apesar da distância separar dois corpos, ela jamais separa dois corações. Assim, me pego pensando em você e viajo em um sonho de amor e carinho, nesta hora eu sinto a brisa do vento trazendo de volta o teu abraço achado no espaço.
Quando a brisa do vento toca delicadamente em minha face sinto a sua presença, seu cheiro, apesar de não me tocar você veio através do vento me abraçar.
Neste momento, deixo a imaginação tomar conta do meu sentimento. Você não sai da minha cabeça, de ti não me esqueço, lembro de você em todos os momentos.
E deixo que o vento me aproxime de você lentamente, passo a passo até você me encontrar para que possamos nos abraçar e a saudade matar.
A saudade se faz na sua ausência. Desejaria por toda a minha vida voltar ao tempo atrás para te dizer: “Eu te amo demais porque você é o meu herói, te amarei para sempre.”
De Mariana para Edmundo
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12 comentários sobre “Carta de uma filha ao pai que partiu

  1. Penso em vc todos os dias, todas as noites. vc é meu primeiro e último pensamento do dia. Quando acordo e me dou conta de que foi tudo verdade. não foi um sonho. Aí entro em desespero. primeiro vem a crise d choro, de raiva de saudades por saber q nunca mais verei meu filho. Tão lindo, inteligente, cheio de sonhos e planos. Depois de passar 4 anos de luta de ida e vinda com as drogas. Meu filho foi um vencedor, conseguiu deixar tudo sózinho, sem ajuda d remédios ou médicos.Foi morar no interior com minha mãe, no início ele deu trabalho, mas 6 meses depois ele largou as drogas, arrumou um emprego d carteira assinada. alugou uma casa. se tornou muito responsável. tava até frequentando uma igreja evangélica.. E já tava se preparando pra trabalhar num cruzeiro. pois falava inglês fluente. E foi assim, num acidente de moto, resolveu visitar uma prima de quem ele gostava muito, e morava na roça e tinha tido um bebê. Passou num quebra molas numa estrada de saibro, numa descida. perdeu o controle e a frente da moto bateu em sua fronte. deu hemorragia cerebral. Dizem q ele foi forte demais por ter resistido a espera do socorro por mais d 1 hora. e ainda suportou 6 dias na uti. E foi assim, q meu único e amado filho me deixou. Depois d tantos livramentos q Deus o deu. Me pergunto, porque senhor, porque agora q eu pensei,Agora eu to vendo meu filho saudável, lindo de viver, Se ele voltasse aqui no Rio, onde tava morando a 18 meses antes, ninguém iria reconhece-lo. antes ele parecia um farrapo de gente. Eu tava tão orgulhosa por ele. E ele dizia pra todo mundo que tava feliz. E agora tudo q me restou foi uma saudade devastadora. só consigo esquecer as cenas do acidente,q nunca e jamais deveriam ter me contado, tomando Rivotril. Puxa, tem coisas q não se deve falar pra uma mãe. Ja basta a dor de ve-lo sedado no cti de não ter dado o último abraço. de beijar o rosto frio dele dentro de um caixão. Além d tudo teve uma pessoa q filmou toda a agonia do meu filho até q chegasse o socorro. gostaria d nunca ter sabido disso. Isso me fere profundamente a alma. Pois não existe nada pior pra uma mãe, do q saber q seu filho está padecendo, sentindo dor. Preferia sentir isso no lugar dele. Me pergunto, até quando meu Deus, até quando!

  2. Obrigada, pelas palavras consoladoras de todas vocês, sabemos que a dor nos une para sempre, admiro a luta de cada mãe, para continuar vivendo.
    Sofrimento e luto fazem parte da nossa história e por mais que as pessoas queiram nos ajudar com palavras, sabemos que uma mãe que tem seu ,filho no céu é entendida por outra que passa pela mesma situação. Não desejo a ninguém que tenha a tristeza, que neste momento carrego. Fé em Deus é o que me sustenta e a certeza que o Pedro, está no céu. Que temos um laço de amor eterno.

  3. Cláudia,
    Meu nome é Stela e tbm tenho um Filho no Céu. Ele partiu com 16 anos, de repente, sem explicação humana, pois o laudo do IML deu causa indeterminada. Quando aquela tragédia aconteceu eu estava passando pelos 4 meses de partida do Renan, e tudo que eu e meu marido conseguíamos dizer era: meu Deus duzentos e tantas famílias sentindo a dor que estamos, algumas até de forma dobrada. Sempre que estou em oração, na celebração eucarística penso em vcs.
    Segure na mão de Maria, Mãe como nós que ficou de pé junto a Cruz, acompanhou também o sofrimento do filho amado. Maria silenciou, por vezes precisamos silenciar também e escutar o coração.
    No encontro de maio eu estive em S. José dos Campos e disse na hora da partilha, que precisamos estar atentos para as sutilezas de Deus, pois a todo momento ele nos consola, nos conforta e nos leva a esperança.
    Conte com minhas orações, e tenhamos fé, coragem e força para trilharmos nossa missão até o reencontro como nossos filhos no céu.

  4. Sou mãe do Pedro, que partiu em março de 2013, depois de 34 dias internado na CTI, com queimaduras, do incêndio na Boate Kiss, de Santa Maria. Durante sua internação, tudo o que consegui lhe dizer é o quanto ele é amado, que tenho orgulho de sua luta, que ele é meu herói. Meu filho, foi muito forte, como o médico sempre falou, teu filho é um touro, também chamavam ele de Highlander, pela resistência. O Pedro foi mantido sempre sedado, devido a gravidade de seu quadro, lembro do dia que entrei na CTI e achei que tinham trocado meu filho, pois quem estava lá era uma pessoa sem rosto, a enfermeira me olhou e disse: hoje quando cheguei eu também chorei, o que ele passou nestes dias foram provas duras demais, para uma mãe presenciar, supliquei a Deus um milagre, rezamos o terço em família todas as noites, não queria mais que meu filho sofresse, por decisão dele e de Deus, Pedro partiu, o médico nos deixou junto com ele no CTI até o final, não queiram imaginar o que é ver seu filho, indo embora e não ter como impedir,naquele momento, tudo que fiz foi rezar e entregá-lo a Deus, na certeza que ele estará bem. Hoje tenho muita saudade, sofro sem sua presença, em ver suas fotos, em ver seus amigos, seu quarto, sou uma pessoa diferente ,me apego em Deus, na oração, no terço, para continuar vivendo e lembrando que meu filho foi uma pessoa feliz, que sempre soube o quanto era amado.

    • OI BOA TARDE!! meu comentário e para a mae do Pedro, amiga eu sofri muito com vcs cuando liguei a tv e vi aquela grande tragédia, me cai em planto eu também tive que devolver meu filhote, fiquei me colocando no lugar de vcs ainda oro muito por vcs, e posso imaginar a grande dor,
      no seu cazo ainda e muito recente mas vc pode ter certeza de que vc nunca mais vai ser a mesma,
      acada dia que passa vai ficando pior, eu sou muito frágil amiga e a saudade e muito grande, nos primero tempo, agente fica anestéziada, e depois que aficha cai, em saber como eles estão, se eles também se sente a mesma saudade, tudo e muito difícil,
      mas vc pode ter certeza de que nos vivemos, ou melhor vegetamos, e cada dia é um dia amenos no meu ésistir,
      mas não perca a sua fé deus sabe todas as coisas, o inportamte agora é esperar o grande dia de abrassar nossos filho de novo,
      conte comigo amiga, e segura nas mãos de deus.

    • Prezada Claudia, a Paz de Jesus!

      Sinta-se acolhida por todos nós da família dos “Filhos no Céu”. Saiba que em nossos encontros sempre nos lembramos de cada pai e cada mãe de Santa Maria. Obrigada por nos escrever!
      Logo que soubemos da tragédia, imediatamente entramos em contato com a Arquidiocese de Santa Maria, e nos colocamos à disposição de vocês. Queríamos que soubessem que estávamos unidos em oração, assim como todo Brasil e o mundo se uniram a vocês em oração, para que do coração de Deus viessem todas as graças necessárias nesse momento de dor.
      Claudia, louvado seja Deus por sua fé no Altíssimo! É em Deus que encontramos forças para seguir em frente. Só Ele pode nos socorrer e acalmar nossos corações.
      Sem dúvida alguma o Pedro é um herói. Ele e os outros jovens lutaram como heróis até o último instante. Isso jamais será esquecido.
      Choramos com vocês, sobretudo rezamos por vocês.
      Temos certeza de que Deus nunca permitirá que o desespero tome conta de seus corações.
      Seus filhos deram o melhor de si, deram suas vidas uns pelos outros. A luta de cada um jamais será esquecida.
      Para cada pai e cada mãe que já tem um filho no céu, percorrer esse caminho da dor e da saudade é agora uma dolorosa missão. E não é nada fácil, mas Cristo prometeu estar conosco TODOS os dias da nossa vida, até o dia do reencontro com nossos filhos. Nesse dia haverá uma grandiosa festa no céu. Mas até que o reencontro chegue, precisamos seguir em frente. É um caminho estreito, apertado, como Jesus nos falou que seria. Mas Ele também disse que estaria conosco em todos os momentos. E sentimos que verdadeiramente Ele está conosco.
      É evidente que nunca mais seremos os mesmos. Precisamos aos poucos reaprender a viver, a olhar a vida além, muito além do que nossos olhos podem ver. Olhar a vida com os olhos da fé e da esperança, e isso sentimos através de suas palavras, que você já faz.
      Se a saudade for envolvida no amor de Deus e dos nossos filhos, embora ainda machuque muito, ela não nos levará ao desespero.
      Seremos sim pessoas diferentes, mas a grande diferença está na direção que damos ao nosso olhar. Se fixarmos nosso olhar na direção de Deus e dos nossos filhos, certamente não ficaremos paralisados imersos no sofrimento, mas seguiremos firmes na fé, pois a certeza do reencontro na presença de Deus nos impulsionará cada dia mais, mesmo que cada passo seja dado envolvido em lágrimas, serão lágrimas de saudade e de amor.
      Se for possível, nos envie notícias do Grupo “Filhos no Céu” de Santa Maria. Qualquer coisa, por favor, entre em contato conosco pelo e-mail filhosnoceu@diocesesjc.org.br
      Que Maria, Mãe Consoladora, seja para nós modelo de fé, confiança e amor. Muita força, fé e coragem! Que cada dia seja vivido sempre POR DEUS, COM DEUS E PARA DEUS!!!
      Estamos unidos em oração.

      Fraternalmente,

      Regina Araújo

  5. 0i regina boa noite, agradeço a deus por ter lhe encontrado, eu também perdi meu filho, meu amor , meu companheiro, ele era tudo para mim já vai fazer 4 anos mas e como se fosse hoje, cada dia morro um pouco, meu filho era lindo com 18 teve retornar, já sofri tudo que tinha direito, mas deus colocou vc em minha vida, hoje eu vivo um dia após o outro, e sinto que estou morrendo cada dia também, mas eu tenho certeza e crendo no amor de deus que um dia vou ver meu filho de novo

    • Demerci, a Paz de Jesus!

      A Paz de Jesus é o que realmente desejo que você sinta em seu coração!
      Não é nada fácil para nós essa dolorosa missão. Continuar a viver sem eles, somente por Deus, com Deus e para Deus. De outra forma é impossível. Não há dor maior do que esta que carregamos no coração, por isso somente Deus pode nos socorrer, nos amparar e nos ajudar.
      O tempo passa, a saudade aumenta a cada dia, mas confie, em Deus essa dor é envolvida numa paz indescritível. Em Deus não há desespero. Em Deus, a cada dia renasce em nosso coração a esperança de um dia reencontrá-los no céu.
      Claro que cada um tem seu tempo, e o tempo de cada um precisa ser respeitado.
      Quando você diz que morre aos poucos, me atrevo a dizer que você nasce aos poucos para Deus. Você pode me perguntar como isso é possível, e eu me atrevo novamente a dizer, por experiência própria, que quando entregamos uma filha ou um filho a Deus, o desejo de reencontrá-los é tanto que vivemos todos os dias pensando nesse reencontro, mas como precisamos fazer por merecer tal recompensa de Deus, morremos aos poucos para as coisas passageiras dessa vida e nascemos aos poucos para as coisas de Deus.
      É uma mudança da nossa visão sobre diversos aspectos da vida. Penso que passamos a valorizar o que realmente precisa ser valorizado.
      É diante da morte que visualizamos a vida eterna. Quando tudo está bem, quem se atreve a visualizar a vida eterna? Mas quando experimentamos essa dor, damos um salto na fé e nos abrimos para as coisas que realmente contam, as coisas que nos levarão a Deus e ao reencontro com os nossos filhos.
      Talvez por buscar tanto esse reencontro, nos aproximamos mais de Deus, sentimos necessidade de Sua presença, também porque n’Ele estão nossos filhos.
      Não sei se me fiz entender, mas penso sinceramente que nascemos aos poucos para a vida que está em Deus.
      Viver um dia por vez é isso. É deixar tantas coisas pequenas de lado, tantas coisas que antes nos prendiam a essa vida passageira, e nos voltar para as coisas que realmente contam.
      É valorizar cada momento preparado por Deus, valorizar as pessoas que Ele colocou ao nosso lado, seja quem for, tente vê-los como anjos de Deus nos ajudando na caminhada.
      É fazer da nossa dor uma verdadeira missão, a missão chamada solidariedade. É tentar sair de nós mesmos para ajudar tantos irmãos que como nós, também sofrem. É colocar-se a serviço, é cumprir nossa missão como Deus espera que a gente cumpra, como seus filhos que mesmo na dor sabemos que não estamos sozinhos. Que mesmo sofrendo, ainda assim conseguimos sentir o amor de Deus em cada gesto, em cada pessoa, em cada instante da nossa vida.
      É, também, não deixar que a dor nos paralise e nos impeça de cumprir integralmente nossa missão.
      Não desanime jamais. Como disse Santa Teresinha, “A vida do exílio é brevíssima. Assemelha-se a uma noite passada em má hospedaria. O pensamento de que tudo passa projeta sobre o sofrimento de hoje um raio abençoado de eternidade. O tempo é uma miragem. Deus já nos vê em sua glória”. É isso Demerci, tudo tem um tempo, mas o tempo de Deus.
      Seu filho te espera na glória de Deus, assim como cada filho e filha espera reencontrar com seus pais e familiares na glória de Deus.
      Você não perdeu seu filho, você o entregou a Deus. Ele está na presença de Deus, creia nisso! Creia na misericórdia infinita de Deus.
      Confie também que seu filho intercede a Jesus por você para que, embora esteja sofrendo muito, ainda assim consiga tirar dessa dor, a grande experiência do amor de Deus em sua vida, e aproveite cada minuto para se preparar para a grandiosa festa no céu.
      Você me agradece, mas eu que preciso a cada instante agradecer e louvar a Deus por vocês. Cada pai e cada mãe que se une a nós em oração, é, sem dúvida nenhuma, uma dádiva de Deus, um carinho de Deus que deseja nos mostrar que não estamos sós. Que cada um com sua oração contribui para que o outro tenha força, fé e coragem.
      Sempre que puder, por favor nos mande notícias. Você faz parte da nossa família. Deus a abençoe infinitamente!
      Conte sempre conosco.
      Fraternalmente,

      Regina Araújo

      • que lindo regina, eu jamais poderia imaginar que deus enviaria pessoas
        maravilhosa como vc pra me ajudar neste momento tão difícil da minha vida,
        nos mães não criamos nossos filhos pra partirem antes de nós, e um trauma
        muito grande em nossas vidas,
        muintas mães adoecem, outras ficam em depreção so jesus pra nos socorer
        e pessoas maravilhosas como vc,
        abraços. obrigada.

  6. Ao ler este texto acima, chorei muito e pensei, como é igual ao que estou sentindo,se fosse escrever não saberia descrever tão bem meus sentimentos.
    Ja faz 4 meses que perdi meu filho, mas ainda não conformo,choro todos os dias,tenho muita saudade dele,gostaria tambem que o tempo voltasse ,mas como sei que é impossível,sofro muito. Estou tentando viver um dia de cada vez,mas tá difícil. Peço que Deus me dê muita força pra continuar ,aprendendo a conviver com esta dor.

    • Oi Letícia,

      Embora as circunstâncias e as histórias sejam únicas, a intensidade da dor é a mesma. O Grupo existe para acolher a todos que passam por esse imenso sofrimento. Não temos uma receita pronta, mas oferecemos nossa solidariedade, nosso abraço e nossas orações para que todas as mães, pais e familiares que sofrem como nós, recebam do Bom Deus todas as graças necessárias para seguir em frente.
      É um caminho que precisa ser percorrido pela fé. Não dá para seguirmos sozinhos. A dor dilacera o coração e nos tira o chão. Só Deus pode nos ajudar, e nos ajuda, isso podemos afirmar. Mas tudo tem um tempo.
      Embora saibamos que a dor da saudade não vai passar, temos a certeza e confiança em Deus que ela vai se acalmar. Deus mesmo vai cuidando para que isso aconteça.
      Cada um de nós recebe uma graça especial para que consiga continuar a vida. É certo que precisamos refazer as rotas, os sonhos, os planos, os projetos, mas aos poucos Deus, que está no comando, nos ajudará a reaprender a viver. Tenha fé, confiança e esperança. Um dia por vez, como você mesma disse. Saiba que estamos rezando por você. Contamos também com suas orações.

      Deus abençoe!

      Abraços,

      Regina Araújo

  7. Achei tão maravilhoso seu texto,e coube tão bem no que sinto hoje que até o copiei pra coloca-lo no meu face,hoje está completanto 53 dias que meu filho amado de 22 anos se foi e a saudade é muita.Esse texto é o que sinto hoje.Bjos fique na paz de Deus

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