Reflexão do mês de março

 Março 2012

“ …é por graça que fostes salvos.” (Ef 2,4b)

 

Março é o mês da < Escolha>. O tempo no qual se decide a sorte da nossa eternidade, o momento oportuno no qual Jesus nos convida a entrar nas profundidades da nossa vida interior, nas nossas dúvidas, nos nossos temores, para ajudar-nos a fazer uma <escolha> consciente, responsável sobre o caminho a seguir. O caminho do “eu”, do egoismo, das sombras e da morte ou o caminho de Deus, da verdadeira vida, o caminho do amor louco, absoluto, de um Pai <que tanto amou o mundo a ponto de dar o seu Filho único> e de um filho que não hesitou a morrer na Cruz para oferecer-nos gratuitamente, imerecidamente, a salvação para a eternidade.

Deus nos ama! Mas nós cremos no amor que Deus tem por nós? Cremosem Cristo Crucificado? Quem sabe, quantas vezes, diante da nossa cruz, na subida ao Céu de nosso/a filho/a, pusemos em dúvida a nossa fé, refutamos aceitar, contemplar, crer no mistério da Cruz. Quem, quantas vezes refutamos amar um Deus Crucificado: <não posso crerem um DeusPaique permite dilacerar o amor dedicado a meu filho/a, eu lhe tinha confiado o amor mais belo e sublime que tinha na terra, e agora Ele o tirou de mim.>

E no entanto, <por suas chagas fomos curados>, <por graça fomos salvos>, com a sua Cruz redimiu o mundo, pelo amor que Cristo derramou sobre nós gratuitamente da Cruz, nós agora podemos participar da sua mesma vida divina, podemos contemplar as maravilhas do seu amor, junto aos nossos filhos que estão já n’Ele para sempre.

Basta escolher o Seu caminho, basta dizer “sim” ao Seu amor, basta fazer a Sua vontade.

Deus nos ama! E este anúncio envolvente que deveria fazer-nos laetare, isto é, alegrar, não só na vida eterna, mas também aqui e agora, dia-a-dia, apesar da perda de nosso/a filho/a, apesar da fadiga de cada dia. De fato se escolhemos crer n’Ele, ter plena confiança no seu anúncio de salvação, se abrirão para nós horizontes sem fim, caminharemos junto aos nossos filhos, cada passo nosso será uma peregrinação sagrada, eterna.

Refletindo e rezando

Estou consciente das oportunidades que o tempo litúrgico me oferece para escolher a salvação eterna? Creio no amor transbordante de Deus mesmo diante da perda de meu filho/a? Estou consciente que sou salvo pelo amor de Cristo e não por meus méritos pessoais? Escolhi viver ressuscitado com meu filho/a ou estou ainda imerso nas sombras e na morte? Peçamos a Maria, nossa Mãe Consoladora, para conduzir-nos a uma santa Páscoa.

(Por Andreana Bassanetti, extraído e traduzido da página eletrônica www.figlincielo.it)

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