Reflexão de dezembro de 2012

REFLEXÃO DO MÊS

 

Dezembro de 2012

 

“ Minha força e meu canto é o Senhor..” (Sal 117)

 

 

Dezembro é o mês do <Canto>. O tempo no qual toda a Igreja peregrina na terra, padecente e triunfante no Céu, se une exultante em um único canto de louvor, de alegria, de agradecimento pela alegre notícia: O Senhor está próximo! <Cantai hinos ao Senhor porque fez grandes coisas.. grande em teu meio é o Santo de Israel>, <sejam sempre alegres no Senhor.. não vos angustieis por nada> escreve São Paulo na Carta aos Filipenses (4,4).

Mas como é possível tudo isso para um pai (mãe) com o coração perfurado, ainda sangrando, paralizado por uma dor tão grande, pesado a tal ponto de não conseguir nem mesmo viver os sentimentos, os afetos, as relações com as pessoas mais caras da própria família, como pode ser alegre, verdadeiramente unir-se aos corações festejantes em um alegre canto de louvor?

<Não temais..>, repete incansavelmente o Senhor, para toda tua necessidade vem <Aquele que é mais forte que tu>, não estás mais sozinho, não estás mais abandonado à tua dor, à tua precariedade, à morte, ao nada eterno. Um Deus, Pai-bom, está sempre ao teu lado, um Filho-irmão, deu a vida para a salvação de teu (tua) filho (a) e tua, um Deus Trindade vos ama loucamente e vos enche de toda a graça, de toda alegria, de toda felicidade, sem fim.

É Ele a fonte de toda alegria, a força esmagadora que, em um piscar de olhos, pode dispersar todas as tristezas e as angústias que levamos no coração. O seu Espírito consolador pode dissolver todas as sombras que o envolvem, até mesmo a obscura sombra da morte. Ele venceu a morte! Se nos confiamos a Ele, nos faz novos em um instante, novamente inflamados, por dentro e por fora, prontos para aquele bem-aventurado canto em comunhão de amor que durará para sempre. Então, não diremos mais: Por que, Senhor? Mesmo se não compreendemos, aderiremos confiantes ao seu projeto e, como Maria, diremos: <O que devemos fazer?>. Então, o nosso grito de dor se transformará em um canto de esperança, de espera, de louvor que junto aos nossos filhos, às fileiras celestes, ergueremos neste Santo Natal: Minha força e meu canto é o Senhor!

Refletindo e rezando

Como viverei este santo Natal? Ancorado ao passado, às coisas de antes ou procuro aproximar-me da realidade que agora está vivendo meu filho no Céu? Quais são os obstáculos que me impedem de unir-me ao seu canto de louvor? Mesmo sem compreender, consigo acolher o Dom que venceu a morte e me fará aproximar-me de meu (minha) filho (a)? Peçamos a Maria, Mãe Consoladora para acompanhar-nos nesses dias de espera. <Um Santo Natal!>

Por Andreana Bassanetti (extraído e traduzido da página www.figlincielo.it)

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