Reflexão de janeiro de 2013

REFLEXÃO DO MÊS

 

Janeiro de 2013

 

“ Fazei tudo o que Ele vos disser..” (Jo 2,5)

 

Janeiro é o mês da “Intercessão”. O tempo no qual a Palavra nos acompanha durante o vibrante caminho da Epifania de Jesus e nos convida a contemplar a manifestação da sua glória, o seu rosto divino, a sua admirável e luminosa presença entre nós, através de um “sinal” messiânico, sob o olhar discreto e atento de Maria. É o seu primeiro sinal, que dará início à sua vida pública e à sua missão, à revelação do amor incondicional de Deus que terá cumprimento no dom total de si, com a morte de cruz.

Quando nos encontramos no sofrimento, quando a dor pela morte de um filho ou de uma pessoa querida bate à nossa porta e obscurece o nosso horizonte, vem espontâneo perguntar-se: com todas as situações dramáticas que existem, mesmo ao tempo de Jesus, por que Ele inicia a sua missão com a Mãe e os discípulos, participando de uma festa de casamento? Por que escolheu momentos alegres e descontraídos, e não o sofrimento de tantas outras pessoas que mais do que todos teriam necessidade de sua presença, da sua ajuda e da sua consolação?

Maria nos acompanha durante os emperscrutáveis caminhos de Deus e nos indica a atitude que cada discípulo deve ter: “Fazei tudo o que Ele vos disser…” Só assim poderemos encher de vida verdadeira a ânfora vazia que temos no coração pela partida de nosso filho. Ela sabe esquadrinhar as nossas necessidades mais profundas, a falta do vinho da fé em nossa mesa quotidiana, sobretudo neste tempo de grande provação, a necessidade de ter seguras esperanças, apoios estáveis, fundados sobre a rocha do Absoluto, capazes de fazer-nos ir além da escuridão da morte, e respirar a ebreza de uma vida nova, junto a nosso filho. Com primura materna, Maria intercede por nós e nos convida a entregar-nos à onipotência de seu Filho, a beber com Ele, o “vinho” da eterna aliança, da nossa salvação e dos nossos filhos para gozar eternamente a abundância dos dons que preparou para nós, uma alegria sem fim, uma imensa sinfonia de amor, uma imensa comunhão de amor, de festa e de felicidade.

Refletindo e rezando

Quando sinto o vazio que deixou meu filho, consigo fazer o convite de Maria aos servos, de encher com confiança de água as minhas jarras vazias como pediu Jesus? Mesmo se não compreendo, procuro escutar a sua Palavra e fazer a sua vontade? Sou capaz de viver como Maria uma espera humilde das promessas de Cristo? Peçamos a Maria, nossa Mãe Consoladora, para abrir o nosso coração e saborear antecipadamente a nossa festa no Céu.

Por Andreana Bassanetti (extraído e traduzido da página www.figlincielo.it)

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