Reflexão do mês de agosto de 2013

REFLEXÃO DO MÊS

Agosto de 2013

 

 “ .. e como gostaria que já estivesse aceso!” (Lc 12,49/b)

 

 

Agosto é o mês do <Fogo do Espírito>. O tempo no qual Jesus deseja ardentemente lançar o Seu fogo de amor na nossa vida, acender as nossas relações, incendiar o nosso coração, com a força renovadora e purificadora do seu Santo Espírito, alimentando em nós o seu próprio amor. E não se trata de um amor sentimental, feito de belas palavras, limitado, terreno, mas de um amor divino, evangélico, que Jesus mesmo trouxe sobre a terra com o dom total de si mesmo. É um amor universal, que oferece sol e chuva aos bons e maus, aos amigos e aos inimigos. Um amor gratuito que toma sempre a iniciativa, ama por primeiro, e não espera nada em troca. Um amor que nos torna <um> com cada pessoa, na boa e na má sorte, no choro e na alegria, e tende à reciprocidade, a realizar entre nós na terra a mesma comunhão de amor que já vivem os nossos filhos no Céu. Um amor assim é como um fogo aceso que arde e se propaga, inflamando qualquer um que encontra e transformando em expressão visível, concreta, da boa vida do Evangelho, anúncio de ressurreição para o irmão que está ainda na escuridão da morte. Mesmo uma pequeno fogaréu, se alimentado, pode transformar-se em um grande incêndio de amor, de paz, de fraternidade universal. O importante é que permaneça aceso, e para que o seja, é necessário queimar sempre alguma coisa. É necessário dar às chamas as escórias do nosso <eu>, para fazer emergir a Verdade, e não correr o risco de apagá-lo transformar-se em tições escuros pela fumaça das nossas dúvidas e da cinza das nossas resistências. Jesus gostaria tanto que este fogo de amor <estivesse já aceso> no nosso coração, e fôssemos constantemente empenhados em mantê-lo vivo, em difundí-lo em toda parte, para ser suas testemunhas, portadores de um fogo de amor que purifica, consola e sara. E nós? Jesus é o nosso verdadeiro fogo, a nossa consolação, a nossa paz, não como a dá o mundo, isto é, inspirada em uma preguiçosa tranquilidade, mas com a coragem de uma verdade, que inquieta e divide.

Refletindo e rezando:

Deixo-me queimar pelo fogo do Espírito? Arde em mim o fogo da vida de Deus e vivo para o outro? A Palavra que escuto me faz portador de um fogo de amor que inflama também o meu irmão? Sei distinguir a verdadeira e a falsa paz, a verdadeira e a falsa consolação? Peçamos a Maria, nossa Mãe Consoladora, para ajudar-nos a acolher o dom do Espírito para que nos dê força para discernir a verdade e nos tornar novas criaturas.

Por Andreana Bassanetti, extraído e traduzido da página eletrônica www.figlincielo.it

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