Reflexão do mês de setembro de 2013

REFLEXÃO DO MÊS

 

Setembro de 2013

 

“ .. estava morto e tornou a viver..” (Lc 15,32)

 

Setembro é o mês do <Perdão>. O tempo no qual Jesus, através da sua parábola mais bela e significativa, <o filho pródigo> ou <o pai misericordioso>, nos convida a entrar no <coração do Evangelho>, o centro do nosso viver.

Nos pede para parar diante do verdadeiro rosto de Deus Pai e contemplar admirados,  atônitos, surpresos, espantados, alegremente celebrando, a potência do seu perdão. A força de um amor paterno assim desinteressado, assim aparentemente injusto e escandaloso que é capaz de cumprir o maior milagre: fazer tornar à vida quem estava morto.

É fácil que um pai ou mãe, no momento mais obscuro e doloroso da sua vida, quando se encontra com o coração dilacerado pela perda de um filho ou filha, perdido e confuso, renegue a própria confiança em Deus.

<Se verdadeiramente Deus é onipotente porque não foi capaz de evitar a morte de meu filho? A nossa família era unida e feliz, por que nos puniu assim tão duramente? Se nos ama por que permitiu uma tortura assim? Era mesmo necessário sofrer tanto? Onde estava quando meu filho precisava d’Ele? >

Desiludido e descrente, considerando Deus o responsável por tudo que aconteceu, como o filho pródigo, reivindica os próprios direitos, os próprios méritos, uma autonomia própria e vai além, longe do Pai, pelas estradas, à procura do filho. Pode então acontecer que se imerja em um oceâno de palavras inúteis e enganosas, em supostos consoladores que morrem pela manhã, consultores e mercados do oculto e caia à mercê de pessoas sem escrupulos, até que ele, voltando para si mesmo, consciente da própria pequenez e dos próprios erros, peça perdão ao Pai. Pagará até o fundo os pecados cometidos.

Mas basta voltar, para encontrar-se entre os braços do Pai que, cheio de comoção, corre ao encontro e coloca-o no colo, o beija e torna a beijar. O filho que pensava pedido para sempre volta a viver no seu coração, seguindo em frente sente que mais se aproxima do Pai, mais se aproxima do filho que agora está n’Ele. Já aqui, na Terra, pode alegrar-se pela sua presença.

Refletindo e rezando:

Qual é a minha situação diante de Deus? Sinto-me um justo ou um pecador? Orgulho-me de meus méritos ou reconheço as minhas faltas? Contemplando o rosto misericordioso do Pai, quanto Ele me perdoou, quanto eu sei perdoar aos outros? Peçamos a Maria, Mãe Consoladora e Mãe de Misericórdia, para ajudar-nos a perdoar aos irmãos que erram em nossos relacionamentos.

Por Andreana Bassanetti (extraído e traduzido da página eletrônica www.figlincielo.it)

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