Reflexão de dezembro de 2013

REFLEXÃO DO MÊS

 

Dezembro de 2013

 velas de natal 1

 

“ … com infinita alegria brilhando sem seus rostos… ” (Is 35,10)

 

 

Dezembro é o mês da <infinita alegria>. O tempo no qual a Liturgia nos convida a gozar de uma santa alegria, a superar a dor e o pranto para deixar lugar para a alegria: os céus estão para abrir-se, vem o nosso Salvador com as suas fileiras de anjos e arcanjos, como todos os nossos filhos e os nossos entes queridos que estão com Ele. Mesmo se estamos envolvidos por uma profunda noite escura, ainda que a confusão e a tristeza obscureçam os nossos horizontes, podemos encaminharmo-nos dem temor para a <via santa>, a luz da esperança que levamos no coração iluminará os nossos passos, Deus mesmo fará brilhar a alegria infinita em nosso rosto. Quando a nossa vida é atravessada pela sombra da morte de um ente querido, quanto mais pela morte de um filho, somos chamados a alegrar os nossos horizontes, a ir além do inverno presente porque uma semente de fogo foi posta dentro de nós e não se apaga nunca. Como um agricultor, portanto, somos convidados a saber esperar com serenidade e confiança o milagre da semente que, no seu tempo, dará o seu precioso fruto eterno. O nosso Salvador veio, vem e virá sempre para libertar-nos da escravidão da morte, mas é necessário ter calma e paciência, devemos aprender a cuidar de cada broto que germina. Devemos aprender a tornar frutuosa a espera, como Maria, pondo tempo e coração para ajudar quem tem necessidade, no estar ao lado do irmão e irmã que vive a mesma experiência de dor que nós vivemos. Somente assim poderemos fazer emergir aquela semente preciosíssima de alegria infinita que levamos dentro de nós. Quantos <se abrem sem medo à ação do Espírito Santo>, escreve Papa Francisco na Exortação Apostólica “Evangelii Gaudium”, recebem a força necessária para anunciar a novidade do Evangelho com a (parresia) em voz alta e em todo tempo e lugar, mesmo contra-corrente> (259). Com novo ardor missionário somos todos, portanto, chamados a levar ao irmão o amor de Jesus. É, portanto, no <feliz anúncio>, a doce notícia do Evangelho aos perdidos de coração que receberemos a alegria infinita, mais no dar do que no receber.

Refletindo e rezando:

Consigo fazer emergir a chama da alegria infinita acima das núvens obscuras que ameaçam o meu horizonte? Sei reconhecer Aquele que deve vir ou estou esperando um outro, forte e potente, que faz magia? O meu coração está aberto para acolher o Deus da minh alegria infinita? Peçamos a Maria, nossa Mãe Consoladora, para ajudar-nos a ir além da nossa <tristeza individualista>, e como ela exultar no Espírito pela alegria de ser humilde serva.

 Por Andreana Bassanetti, extraído e traduzido da página www.figlincielo.it

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