Reflexão do mês de abril de 2014

 

REFLEXÃO DO MÊS

 

Abril de 2014

 

“ …ele devia ressuscitar dos mortos…” (Jo 20,9)

 

Abril é o mês da <Ressurreição dos mortos>. O tempo extraordinário no qual a Igreja nos convida a ressurgir em Cristo, o Vivente, crucificado e ressuscitado depois da tremenda escuridão da Sua paixão e morte que também nós vivemos no profundo do nosso coração pela perda de nosso filho ou de nossa filha ou de uma pessoa querida.

Eis a boa notícia, o kerigma, o anúncio extraordinário que faz explodir a vida: Jesus venceu a morte com o amor, ressuscitou dos mortos. Agora está sempre conosco e nos precede. Nos vem amorosamente ao encontro com a Sau graça extamente lá, onde se desenvolve a nossa vida. Vem iluminar os nossos passos, a sustentar-nos nos momentos difíceis quando a nossa confiança n’Ele parece vacilar. Vem consolar-nos com palavras de vida eterna: não morrerás, em Mim, viverás para sempre, alegremente unido aos teus entes queridos, que agora estão protegidos nos braços do Pai.

Quem sabe quantas vezes, fechados na nossa dor, incapazes de superar uma lógica velha e limitada, indo para o sepulcro, desesperançosos e perdidos, como Maria Madalena, vimos somente um túmulo vazio sem vida, convencidos de que nosso filho tivesse sido levado para sempre.

Mas se libertamos o coração <com pães ázimos de sinceridade e de verdade> em vez de pararmos na primeira parte do mistério pascal e, sedentos de novos céus e nova terra, sem demora, corremos à procura do novo rosto de Jesus, no mesmo túmulo vazio descobrimos com imensa admiração que Ele vive para sempre, antes <Ele é o mesmo – um homem de carne e osso – e Ele é também o Novo, Aquele que entrou em um gênero de existência diferente.. no misterioso misto de alteridade e identidade se resplende um novo modo de encontro.> (Bento XVI)

Nesta surpreendente dialética entre a Sua verdadeira corporeidade e a liberdade dos limites do corpo então, compreendemos também a essência de qualquer um que ressurge n’Ele e procura as coisas do Céu, seja dos nossos filhos no Céu, seja de nós aqui na terra, porquanto ainda incompleta.

Possa o sepulcro vazio tornar-se lugar do encontro, glória do Cristo vivente, berço da nossa ressurreição para levar Vida Nova aos irmãos e ser <testemunhas de consolação>.

Refletindo e rezando:

Estou fechado na minha dor, ancorado na paixão e morte ou vou à procura do Ressuscitado? Onde o procuro? Como o procuro? Sinto o forte chamado de levar o suave anúncio aos irmãos e irmãs que estão ainda na escuridão das trevas e na sombra da morte? Peçamos a Maria, para vestir as armas da luz e transformar-nos em testemunhas alegres de ressurreição.

Por Andreana Bassanetti (extraído e traduzido da página eletrônica www.figlincielo.it)

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