Reflexão do mês de setembro de 2014

REFLEXÃO DO MÊS

 

Setembro de 2014

 

 

“.. meus pensamentos não são como os vossos pensamentos..” (Is 55,8)

 

 

Setembro é o mês da <Bondade>. O tempo no qual Jesus procura introduzir-nos nas profundidades do mistério de Deus. Ele o faz de modo simples, em pequenos passos, através de uma parábola que nos permite conhecer o seu modo de pensar e de agir, de penetrar a vertiginosa bondade que tem para com cada criatura sua. Convida-nos a elevar o olhar para o Céu para ir além das medidas dos nossos pensamentos, além das leis de mercado, muito além de uma mentalidade baseada nos méritos, no <toma lá, dá cá>, e nos põe em guarda diante de um verme que corrói a vida do homem: a inveja, um mal profundo que chega a comprometer também o próprio relacionamento com Deus. Quantas vezes, diante da morte do filho, somos tentados a julgar Deus e repreendê-lo, como os operários da primeira hora, por não ter sido justo conosco? Quantas vezes procuramos impor a Deus a nossa vontade, os nossos caminhos, os nossos pensamentos? Mas “.. meus pensamentos não são como os vossos pensamentos..”, diz o Senhor através do profeta Isaías, não tenho em conta nem os vossos méritos nem os vossos deméritos, a minha bondade não sofre das vossas limitações, excede, transborda, vai além mesmo dos confins da justiça. A minha bondade é sem limites e sem fim, é para todos, não excluindo ninguém, e é gratuita, basta ser acolhida. <Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?>. (Mt20,16) Por que não estamos contentes em trabalhar numa vinha tão especial, como aconteceu aos operários da primeira hora, onde se pode gozar de uma bondade assim transbordante, gratuita, que alegra todos os nossos irmãos, desde os primeiros aos últimos? Por que a bondade recebida gratuitamente não é partilhada por nós com os nossos irmãos que viveram a nossa mesma experiência? O Deus da bondade sai continuamente de si e nos busca, vem ao nosso encontro, se doa com generosidade e gratuidade, com abundância. Façamos de tudo para que o último dos nossos irmãos possa alegrar-se e acolher toda a graça que transformou os nossos filhos e nós.

Refletindo e rezando:

Ajo segundo os meus pensamentos ou busco agir segundo os pensamentos de Deus? Sou necessitado da bondade de Deus ou me sinto um cristão exemplar que pretende a máxima recompensa? Sou consciente de que a bondade de Deus não se merece mas se acolhe? Peçamos a Maria, Mãe Consoladora, para ajudar-nos a abrir os nossos olhos para que vejamos as maravilhas que o Senhor gratuitamente doou aos nossos filhos e a nós e a partilhemos com os nossos irmãos.

Por Andreana Bassanetti (extraído e traduzido da página eletrônica http://www.figlincielo.it)

Anúncios

Escreva aqui o seu comentário, seu testemunho, seu pedido. Em breve, responderemos. Paz e Bem!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s