Reflexão do mês de novembro de 2014.

REFLEXÃO DO MÊS

 

Novembro de 2014

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“A um deu cinco talentos.. ” (Mt 25,15)

 

 

Novembro é o mês da <Operosidade>. O tempo no qual nos é explicado a correta atitude a assumir neste nosso tempo de espera seja da vinda do Senhor seja do abraço eterno com os nossos filhos no Céu.

Através da narrativa da parábola dos talentos Jesus deseja fazer-nos compreender o sentido e o papel que tem a vigilância, para que a nossa espera seja acompanhada de uma consciente e responsável operosidade que sabe transformar o dom da consolação recebido em semente fecunda de consolação aos irmãos confiados a nós, fermento que alivia, vida nova em Deus.

Diante da perda de um filho ou de uma pessoa amada as estradas que podemos percorrer são principalmente duas:

– ou nos fechamos encaracolados na nossa dor, por medo de um Deus ameaçador, respondável pela morte de nosso filho e da nossa grande dor, e nos negamos aos irmãos e à vida,

– ou nos abrimos com confiança e esperança em uma busca interior de verdade e de sentido, do filho, de Deus e da sua vontade, participando dos nossos encontros de comunidade, partilhando com os irmãos os dons recebidos. Isto é, “pondo em comum” os cinco talentos que gratuitamente recebemos: o precioso patrimônio do corpo, da mente, do espírito, o tempo de espera, a oportunidade de ajudar o irmão que viveu a mesma experiência.

Nos deixamos dominar por aquele que, por comodidade, chamamos o <medo de Deus> (o juízo é sempre projeção de si) mas que na realidade, como sublinha Jesus, mascara somente uma vil preguiça, tibieza e maldade do coração? <Vai para longe de mim…>.

Ou então, nos alegramos todos, nos deixamos conduzir pelo Espírito Santo num caminho de operosidade que leva ao encontro santo com o Pai misericordioso e ao abraço jubiloso com os nossos amados filhos que nos precederam no Céu?  <Vinde, benditos de meu Pai>.

Refletindo e rezando:

Como vivo o tempo de espera que me foi dado? Como uso os cinco talentos recebidos? Sou operoso e responsável pelos dons recebidos ou sou passivo e me deixo arrastar pelos eventos sem nenhuma iniciativa? Faço frutificar a preciosa moeda da Palavra de Deus ou a enterro impedindo a minha salvação e a dos irmãos? Peçamos a Maria, nossa Mãe Consoladora, para conduzir-nos no caminho da salvação, para que vivamos este nosso tempo de espera do mesmo modo como ela viveu,ventre fecundo da vontade de Deus.

(Por Andreana Bassanetti, extraído e traduzido da página eletrônica http://www.figlincielo.it)

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