Uma dor sem nome – Diácono Nelsinho Correa

Filho quando perde o pai ou mãe é órfão,

Pai e mãe quando perdem um filho que nome tem esta dor,

Esta é a dor sem nome

Só sei que é uma dor enorme

Que dilacera o coração, que rasgou meu coração,

Nossa Senhora entende esta dor

Pois recebeu da cruz Jesus sem vida

O Filho que brotou do seu sim

Morto pelo não dos homens

Uma dor sem nome

Entrega pra Mãe sua dor de mãe,

Entrega pra Mãe sua dor de pai,

Entrega pra Deus  seu coração que grita

Porque levou um pedaço de mim

Porque feriu meu coração

Eu tenho fé igual a Maria de Nazaré

Que venceu a dor sem nome

E ela ficou de pé vence sempre quem tem fé

Eu também vencerei

Entrega pra Mãe sua dor de mãe,

Entrega pra Mãe sua dor de pai,

Entrega pra Deus seu coração

Entrega pra Mãe

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2 pensamentos sobre “Uma dor sem nome – Diácono Nelsinho Correa

  1. Prezado Ruy,

    A paz do Senhor Jesus esteja com você!

    Em muitos momentos não conseguimos respostas para o que nos acontece, ficamos em dúvida sobre a vida, sobre o mundo e sobre o nosso´papel.
    Mas o dom da vida é o que nos sustenta, o dom da vida de quem foi. Esse dom que nos faz amar cada dia mais, e sempre.
    Não há tempo, não há distância, há apenas o amor paterno ou materno que nos traz a certeza de que a separação nos dói por amor.
    isso nos parece um sinal da eternidade, pois a não compreensão, a não omissão desse amor diante da saudade, a falta, o desejo de ver, de abraçar e sentir o contato,isso não é só humano, isso é paternidade humana que desperta em nós a fé diante da falta de um filho.
    O vazio é um sinal desta eternidade que veio habitar em nós. Pois, temos por certo que mesmo com a partida de um filho, e a não substituição desse amor, é porque Deus nos planejou para continuarmos amando quem partiu e quando chegarmos na eternidade, esse amor nos preencherá de tal forma que passaremos a vida eterna somente amando.
    O amor é o grande sentido desta vida e a saudade que nos acompanhará até o fim de nossa passagem aqui, não mais nos pertencerá quando o amor for preenchido com o abraço eterno.
    O teu filho tem um espaço em tua vida que foi só dele, e é natural que a sua ausência não seja preenchido, mais um sinal de que na eternidade temos a compensação deste espaço solitário que existe em nós. Espaço solitário que chamamos de saudade, ou seja, do amor que sente falta de enxergar quem se ama.
    Por isso temos que enxergar com os olhos da fé. Olhar para o Cristo e comemorar a Sua ressurreição, pois por Ele temos a esperança de que o amor nos levará ao encontro de quem amamos e foi morar com Deus antes de nós.
    Ruy, encontre-se em nossas orações, no agudo da dor, pegue nas mãos de Deus, Ele sempre irá lhe conduzir para a ressurreição do Seu filho.

    Deus o abençoe sempre,

    Eliete Gomes

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