FINADOS – CREMOS NO DEUS DA VIDA

Viver o luto não é fácil para ninguém, principalmente para um pai ou uma mãe cujo filho ou filha já o precedeu na eternidade.

No Dia de Finados nossa dor se torna ainda mais intensa. Até o tempo parece mais tristonho. Tudo nos remete à reflexão da nossa impotência perante a morte e nossa finitude enquanto seres humanos.  E seria sim um dia de maior tristeza se não tivéssemos fé. Por que é assim? Porque, não obstante a morte seja com frequência um assunto que se evita, ela é um mistério, e diz respeito a cada um de nós. Diante deste mistério, às vezes inconscientemente procuramos algo que nos dê consolação, que abra algum horizonte, que ofereça respostas a tantas perguntas que a morte suscita.

A morte pode parecer o final definitivo da vida humana. Pensemos por um instante na cena de Jesus no alto da Cruz dizendo ao malfeitor crucificado à sua direita: “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23, 43). No supremo gesto de amor de Jesus na Cruz, Ele venceu a morte e abriu também para nós as portas da eternidade.

Deus nos chama à vida por um gesto de imenso amor. “De fato, Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3-16. 

A frase dita por Santa Teresinha: “não morro, entro na vida”, define muito bem a esperança cristã na vida eterna. Como ela todo cristão pode dizer: “não morro, entro na vida”.

A Igreja nos convida neste dia a celebrar por todos os fiéis que nos precederam e que concluíram sua caminhada terrena.  Somos convidados a manifestar nossa fé na ressurreição de Cristo.

Nós cremos no Deus da vida, que caminha com seu povo, que ama e ampara, sobretudo quando nos deparamos com a imensa dor que a morte ocasiona.

Cremos na ressurreição da carne e na vida eterna, e para os que creem na eternidade, a morte é a porta de entrada da vida, a posse da plenitude.  Nossa fé nos garante que a morte não é a aniquilação da vida, mas sim uma transformação. Sem a fé, porém, a morte é desespero, absurdo, derrota, vazio, nada.

Nós, pais e mães que temos um filho ou uma filha no céu, por mais difícil que seja, sobretudo nesse dia, não tenhamos receio em reafirmar que em Cristo a morte foi vencida. Ela não é o fim, mas sim o começo, o início da vida plena e eterna.

Renovemos neste Dia de Finados nossa fé e esperança no Deus da vida!

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