Bom final de semana repleto da Graça de Deus!!!

“Tenha paciência com todas as coisas, mas, principalmente, tenha paciência consigo mesmo…”

(São Francisco de Sales)

A morte dá uma rasteira na vida da gente, cancela planos, modifica rumos, separa, junta, traz transformações, e sem um preparo ou uma elaboração prévia.

Não se pode discutir que o luto dói.  Dói e muito!  É um período bastante delicado, com cargas emocionais extremamente intensas e que requerem cuidados para que não se desencadeie um processo destrutivo nas pessoas envolvidas.

O luto apresenta um estado de profundo esvaziamento de sentido. Diante de tamanha angústia e tristeza, é preciso se dar o direito de vivenciá-lo da forma que se der conta, e pedir ajuda se julgar necessário.  É preciso se permitir lidar com a dor no seu ritmo, no seu tempo, pois assim como é sabido que dói, compreende-se também que acalma, porém cada um no seu tempo.

Só Deus conhece a intensidade da nossa dor.  “Tenha paciência com todas as coisas, mas, principalmente, tenha paciência consigo mesmo… A cada dia que se inicia, comece a tarefa de novo” (São Francisco de Sales).  Portanto, tenhamos paciência conosco mesmo e tentemos respeitar o tempo necessário para que a dor se acalme.

E esta dor é para sempre? De certa forma sim, porque o amor e o vínculo com um filho ou filha são únicos, e para sempre. O que acontece é que aos poucos a dor se acalma e vamos reaprendendo a retomar a vida, a família, enfim, dar continuidade aos compromissos, ao trabalho e demais responsabilidades que até então pensávamos não conseguir mais realiza-las.  Claro que isso leva um tempo, e cada um de nós tem o seu.  Certo é que nunca mais seremos os mesmos.  Nesse processo doloroso, o importante é não desistirmos e não permitirmos que o desânimo nos derrote.

Não é possível sentir saudade e não sofrer. Não é possível retomar as coisas do dia a dia e não chorar.  Recomeçar não é nada fácil, mas em Deus, com Deus e para Deus se torna possível. “A nossa dor dói em Deus”, afirmou o profeta Isaías. Deus sofre junto. Deus vem ao nosso encontro e Sua Graça nos envolve. Somente pela fé se percorre esse doloroso caminho.

Da fé nasce a esperança e a esperança se purifica através das lutas diárias. “A fé não é luz que dissipa todas as nossas trevas, mas lâmpada que guia os nossos passos na noite, e isto basta para o caminho.” (Lumem Fidei).

Que cada dia tenhamos realmente uma oportunidade de aproximarmos ainda mais de Deus, e consequentemente de nossos filhos.

Que a dor não seja maior que o amor. Que o amor sobressaia e nos faça crer que ao final da missão nossos filhos nos esperam para o grande encontro no céu.

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