CONDUZIDOS PELAS MÃOS DE DEUS

No sofrimento experimentamos a misteriosa lógica do amor: quanto mais damos, mais recebemos. Quanto mais consolamos, mais somos consolados. Quanto mais amamos, mais somos amados. Mas consolar não é simplesmente tentar aliviar, amenizar a aflição, o sofrimento de alguém, é, sobretudo, compartilhar dessa dor na sua totalidade.

As mães e pais que mensalmente se encontram no Grupo, sabem que estão ali por uma missão. Na vida de um cristão, nada é por acaso.

Somos conduzidos pelas mãos de Deus, principalmente quando, nesse momento tão duro de enfrentar, não temos forças, ânimo e vontade de caminhar. A saudade do(a) nosso(a) filho(a) é tão grande que chega a “faltar o ar” para respirar. O vazio imenso dilacera o coração.

Num primeiro momento só é possível visualizar a dor, que machuca, fere, arrasa, mas aos poucos se acalma.

Cremos que Deus está conosco, e por mais difícil que seja compreender, o sofrimento que tanto machuca, também ensina.

Conforme vamos levando a Deus nossas feridas, as mudanças vão ocorrendo, e nos abrimos para que Ele possa agir em nós.

A cruz, símbolo principal da nossa fé, convida-nos a ver a graça onde há dor; a ver a ressurreição e a vida onde tudo parece ter terminado.

A fé desperta em nós a esperança. Ter esperança não quer dizer evitar ou ser capaz de ignorar o sofrimento, mas a esperança nascida da fé nos amadurece  e nos purifica. A fé nos aproxima de Deus.

Ficamos sempre muito emocionados com a coragem que cada um vai adquirindo dia após dia. A cada encontro renovam-se as forças. Ainda que sejam pequenos os passos, podemos afirmar que não estamos paralisados no mesmo lugar, mas pelas mãos de Deus temos sido conduzidos, e em meio a tantas perdas, evidencia-se ali o amor e carinho de Deus por cada um de nós.

A dor nos faz olhar diretamente para Deus e a convidá-lo para entrar definitivamente em nossa vida. Isso nos leva às profundezas de sua misericórdia curativa. É o amor compartilhado, permitindo que o consolo aconteça, de forma serena, suave, ajudando-nos a continuar a caminhada, apesar da dor, certos de que ao final Cristo nos espera, e ao seu lado, nossos filhos e entes tão amados que nos precederam no céu.

A compreensão de outrem somente progredirá com a partilha de alegrias e sofrimentos.” (Albert Eisntein).

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