Oração dos que sofrem.

Meu Deus, deponho a vossos pés o meu fardo de sofrimentos, de tristezas, de renúncias; ofereço tudo pelo Coração de Jesus e peço ao vosso amor que transforme estas provas em alegria e santidade para os que amo, em graça para as almas, em dons preciosos para vossa Igreja. Neste abismo de acabrunhamento físico, desgostos e de cansaço moral, de trevas, em que me lançastes, deixai passar um raio de vossa triunfante claridade! Ou melhor, porque as trevas de Getsêmani e Calvário são fecundas, fazei que todo este mal sirva para o bem de todos. Ajudai-me a ocultar o despojamento interior e a pobreza espiritual sob a riqueza do sorriso e os esplendores da caridade. Quando a cruz se tornar mais pesada, ponde a vossa doce mão sob o fardo que vós mesmo colocastes sobre meu corpo dolorido. Senhor, eu vos adoro e ainda sou, e serei sempre a vossa devedora, porque, como divino contrapeso aos meus sofrimentos, vós me dais a “Eucaristia do Céu. Aleluia!” (Elizabeth Leseur – Journal et Pensées de Chaque jour, 18 de julho de 1912).

Tão formosa oração, verdadeira oração dos que sofrem, partida de um coração que tanto sofreu na Terra e se fez mestra na arte da cruz, a santa Igreja a enriqueceu com 300 dias de indulgência cada vez (Ex rescripto S.P.A. 27 Juni 1922). Convém recitá-la nos dias de dor e de trevas. Consola. É a oração dos que sofrem.

Extraído do Breviário da Confiança, do Monsenhor Ascânio Brandão, p. 215.

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