Reflexão de Julho

Julho de 2011

 

 “Sois bom, Senhor, e perdoais, sois pleno de misericórdia com quem vos invoca.” (Sl 85,5)

 

Julho é o mês da <Misericórdia>. O tempo no qual Jesus nos ensina a entrar com os seus olhos misericordiosos no nosso <campo> interior, onde se entrelaçam raízes de bem e de mal, joio e boa semente, para ver não só as ervas daninhas que alí habitam, mas a fecundidade da boa semente, o reino dos Céus, que Deus mesmo depositou no coração de cada homem e que, por menor e mais escondido que esteja, encontrará terreno fértil e bem trabalhado, a seu tempo crescerá, amadurecerá e dará bom fruto. Como acontece quando se está diante de um campo semeado. A um olhar apressado e superficial parece somente nu, árido, sem vida, coberto somente de torrões estéreis, o semeador, pelo contrário, sabe ver naquele mesmo campo que semeou, toda a sua fecundidade. Não tem nenhuma dúvida da colheita futura, no tempo oportuno daqueles mesmos grãos surgirão, como por milagre, brotos de vida nova, que darão bons frutos. Quando uma jovem vida é despedaçada na flor dos seus anos, em um momento delicado de busca e de crescimento, portanto também de dúvidas e de obscuridade, além da grande agonia pela separação, um pai (mãe) se preocupa pela alma do seu filho e non consegue se dar paz. <Era um bom filho, bom e generoso, mas depois de algum tempo se afastou da Igreja, do caminho de fé, não procurava os sacramentos… Onde estará? Estará salvo? Terá encontrado a paz? Será acolhido no Reino?> A Palavra convida cada pai (mãe), mesmo na confusão da sua dor, a ir além do próprio olhar para aprender a ver as coisas com olhos novos, com os olhos pacientes e confiantes do Semeador e a reafirmar a segura esperança no amor misericordioso do Pai: a boa semente colocada no coração do filho hoje será manifestada em todo o seu esplendor. Aos pais não resta senão oferecer as suas orações pelo sufrágio do filho, vivendo na confiante espera porque aos olhos de Deus o bem, isto é, a boa semente, é mais forte que qualquer mal.

Refletindo e rezando

Como vivo o amor misericordioso do Pai? Em cada acontecimento, também na morte do meu filho, consigo ver com os olhos misericordiosos a colheita futura? Tenho paciência e confiança nas promessas da Palavra e escolho o melhor para crescer a semente recebida? Deixo-me aprisionar pelas cadeias da cizânia ou venço o mal com um bem maior? Peçamos a Maria, nossa Mãe Consoladora, para interceder pelos nossos filhos, para embelezar com eles o nosso <campo> interior e realizar a nossa missão: ser bons semeadores do Reino.

(Por Andreana Bassanetti, extraído e traduzido da página eletrônica http://www.figlincielo.it)

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